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Apresentação



Tendo feito uma primeira apresentação, em 1956, na Feira do Ribatejo, em Santarém, nasceria pela mão de Celestino Graça, o Rancho Folclórico da Glória. Dessa origem espontânea até à sua constituição formal, foi um pequeno passo, tendo vindo a ser integrado na Casa do Povo, em 1962, e adotado, a partir daí, a nomenclatura por que hoje é conhecido.


Em resultado de uma caminhada bastante amadurecida em que todos os elementos se têm envolvido, a atividade deste agrupamento, constituído como associação em 2002, tem-se espraiado em vários sentidos, levando a cabo todos os anos um extenso e variado plano de atividades. A ligação à comunidade tem sido uma prioridade, quer no que respeita à pesquisa (que ainda é possível fazer), quer no que toca à promoção de atividades com e para a comunidade, quer ainda no desenvolvimento da escola de folclore.


Assim sendo, os resultados têm permitido a valorização do grupo, na medida em que a sua performance ultrapassa, em muito, o canto, a dança e o traje, recriando ambiências e vivências, como o casamento, o trabalho, a praça, a taberna, a gastronomia, a festa, a infância, o lazer, a religião, o sentimento, o luto, o traje, etc.


Uma outra vertente da sua atividade passa pelo registo fílmico e fotográfico das pesquisas efetuadas, realização de exposições temáticas, participação em colóquios e palestras, etc., justificando-se, desse modo, a dinamização do seu Centro de Documentação e Estudos Etnográficos, que inaugurou em 2009. Do trabalho de pesquisa efetuado, destacam-se as publicações de Glória – Cem Anos a Preto e Branco, em 2011, e Glória – A Minha Terra, em 2013, estando previstas outras, subordinadas às temáticas em estudo.


Como forma de promover o intercâmbio cultural, no país e no estrangeiro, participa regularmente em programas de folclore bastante diversificados, organizando, também, anualmente, o Festival de Folclore de Glória do Ribatejo, que perfaz este ano a sua 38ª edição. Com a realização deste certame, tem proporcionado aos seus elementos, mas, sobretudo, à comunidade, a possibilidade de conhecer outras culturas, quer no âmbito do património nacional, quer no que respeita a outras manifestações de países da América Latina, Ásia e Europa.


É membro efetivo de várias instituições de defesa e promoção do património cultural, designadamente, da Federação do Folclore Português, Inatel, Homo Taganus e Aldeias Históricas de Portugal.


Esta atitude constante de entrega e defesa da causa pública levou o estado a reconhecer o trabalho meritório desta associação, atribuindo-lhe o Estatuto de Instituição de Utilidade Pública, publicado no Diário da República, em 1 de março de 2011.


A secção humanitária constitui-se como uma outra forma de dedicação à comunidade, cuja ação se destina ao transporte de doentes, exigindo, da parte da direção, um grande esforço e proximidade, na medida em que envolve a gestão de dois veículos e dois funcionários, bem como um leque de serviços, diversificado e algo complexo. Este serviço público justifica-se, sobremaneira, no seio desta comunidade e região, tendo em conta as necessidades de uma larga fatia da população, constituída por idosos e desempregados, entre outros.


 


Rita Cachulo Pote


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